segunda-feira, 28 de março de 2011

"Não tento explicar às pessoas porque é que viajo de moto.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!!!
Para os que não compreendem, nenhuma explicação é possivel."

Seguem os planos para a Expedição Machu Picchu... ainda pairam dúvidas sobre o trajeto "pós" Machu Picchu. Estamos cogitando a possibilidade de retornar pelo Acre conforme dica do amigo Hugo Castillo... é que já começamos a pensar mais seriamente na Expedição Ushuaia, passando por Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Montevidéo (Uruguai), Buenos Aires (Argentina), iríamos ao extremo sul da América, depois Santiago (Chile), e retornaríamos pela região sul da Argentina (Mendonza, Córdoba, etc).

Preparação da Moto
Pretendo iniciar a preparação da motoca, primeiro adquirindo alguns componentes para depois, na reta final, implementar as mudanças. Quero colocar um banco "Erê" (mais confortável), pneus Mitas E8 ou Anakee2 (mais duráveis), protetor de motor com pedaleiras (mais conforto) e um tanque Gili de 22,5 litros (maior autonomia).

domingo, 27 de março de 2011

Por que Machu Picchu?

Eu já tinha ouvido falar de Machu Picchu, mas não tinha ainda me despertado nada especial, até que pelos idos de 2000, quando criei o “Clube BigTrails do Brasil“, acabei conhecendo o Chardô (chegou a participar lá com a gente) e adquirindo um livro seu, sobre sua viagem a Machu Picchu. Foi aí começou o sonho.


Quando ir?

 

Sempre tive em mente que o período ideal para esta viagem seria entre outubro de dezembro. E foram 10 anos sonhando… Por duas vezes seguidas (em 2002 e 2003) fui impedido por razões profissionais. De 2004 a 2008 a razão foi meu filho mais novo, nascido em 2004. De 2008 a 2010 foram questões profissionais (Petrobrás e minha própria empresa).
Mas 2011 chegou, e a “Velha Montanha” ainda está lá, a minha espera. As coisas foram se arrumando, e arregacei as mangas mais uma vez, caí no planejamento… desta vez vai!!!
Já contei os anos… hoje conto os dias. Como diz Amyr Klink: “Um dia é preciso parar de sonhar e, de algum modo, partir”. E é isto que vou fazer, em 29 de outubro.

sábado, 26 de março de 2011

Expedição Machu Picchu
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
(Amyr Klink)

Vem aí a tão sonhada viagem... desde 2001 que arquiteto esta empreitada, adiada por diversas vezes pelas mais variadas razões. Sempre pensei em fazer esta viagem sozinho mas agora, com o entusiasmo demonstrado por alguns companheiros de trabalho, que se interessaram em participar, vamos planejar juntos.
Passados quase dois anos de intenções apenas resolvi que não há mais o que esperar. É hora de partir para a realização. Espero que tudo corra bem e que não surja nenhuma razão para qualquer adiamento (antes que eu comece a sentir dores na coluna...rsrsrs).

É isso aí, já temos até data marcada para saída: 11 de setembro (esta já é uma data histórica e agora vai passar a ter um significado ainda maior para aqueles que participarem desta expedição).
Pretendemos dividir esta expedição em três partes. A idéia é oferecer opção a quem quiser ir somente até o Atacama, até Machu Picchu, e a quem quiser voltar pelo centro sul da Argentina. Ainda não há definição de quem vai fazer o quê, mas a princípio eu e Romolo desejamos cumprir as três etapas.
Resumidamente nossa proposta é seguir em direção a Foz do Iguaçu-PR. Umas “comprinhas básicas” no Paraguai e entrarmos pela Argentina. Passamos por Posadas, Resistência e Salta. Subimos até San Pedro do Atacama, no Chile, no coração do deserto. Aí termina a primeira fase da expedição.
Na segunda fase passamos por Calama, Tocopilla (atingido a costa do Pacífico, onde poderemos ver o sol nascer onde estamos acostumados a vê-lo se por: atrás dos montes), Iquique e Arica. Entramos no Peru por Tacna, Puno (às margens do lago Titicaca), Juliaca e Cuzco. Deixamos ali os veículos e vamos para Águas Calientes, à base do santuário inca, onde devemos passar uns dois dias pelo menos para explorar melhor a região (Machu Picchu). Aí termina a segunda fase.


Na terceira fase voltamos por Arequipa, Moquegua, Tacna, Arica (onde tomamos a rodovia Panamericana), e vamos por Antofagasta (hora da foto na “Mão do Deserto”), Chañaral, Caldera, Copiapo, Vallenar, La Serena e Santiago. Seguimos rumo à Argentina descendo pelos “Caracoles”, tendo ao lado o monte Aconcagua. Dali para Mendonza, San Luiz, Rosário e Buenos Aires. Dança-se um tango por ali e partimos para Montevideo no Uruguai. De volta ao Brasil passamos por Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo e... de volta à casa.
Muito chão não é mesmo? Eu diria que as fases 1 e 2 podem ser dadas como certas. A fase 3 ainda merece ser pensada melhor principalmente pela questão TEMPO... pode ser que ela acabe virando fase 1 da Expedição 2, que envolveria este trajeto mais a Patagônia (fase 2). Que tal?

Inicialmente o grupo está assim:

CONFIRMADOS:
- Elton (Coprod da P-48) e Lu (esposa) - Moto Yamaha XT660R
- Romolo (Técnico de Inspeção da P-48), esposa e filha - Honda Civic

A CONFIRMAR:
- José Carlos (Coman da P-48) e esposa - Nissan X-Terra
- Raphael Raiff (Técnico de Operação da P-48) - Moto Honda CBR 1100
- José Valdir (Geplat da P-48) e esposa - carro ou moto
- Vieira (Coprod de Mexilhão) - Moto Suzuki DR-800
- Hugo Castillo (Técnico de Manutençao da PVM-2) e esposa - carro