terça-feira, 5 de janeiro de 2010

5º DIA: Aracaju-SE

Depois de uma boa noite de descanso, um belo dia de sol, na tranquilidade e leveza de Atalaia.

Nem parece que é verão pois as ruas da orla estão tranquilas. Tudo muito limpo e bem cuidado. Um clima bem legal. É hora mesmo de incorporar a Rider e "dar descanso para nossos pés".


Liguei para o companheiro Franklin (trabalhamos juntos na plataforma de Pargo, na Bacia de Campos) que prontamente veio a nosso encontro.

Ele foi muito solícito, assim como sua família, que pudemos conhecer em uma rápida passada em sua casa.

O Rillion se encantou com a Rani, a cadela labrador... super dócil.

Mas como disse, foi uma rápida passada ali pois ele nos levou para um tour por Aracaju.

A orla é apaixonante... tudo muito amplo... a gente se sente com liberdade mesmo ao olhar para os lados... nada te pressiona, nem os carros, nem as pessoas... sente-se em paz, em Aracaju.

Fomos procurar um outro lugar prá ficar pois o hotel da primeira noite ali não aprovou muito, além de que tinha problemas de vaga para aquele dia. Encontramos algo melhor e bem perto da casa do Franklin.

Já de hotel trocado fomos comer alguma coisa porque "saco vazio não para de pé". Que tal uma "carne de sol"?

 Visitamos entre outras coisas o Oceanário, e a turma gostou muito da proximidade com tantas espécies de seres marinhos. Muita alegria e fotos.

Enquanto o Rillion se divertia com os tubarões, os marmanjos curtiam as tartarugas, que insistiam em se exibir para o público.

E enquanto elas se exibem a gente aproveita para entrar - ou roubar - a cena. É pose daqui, pose de lá...

Saindo de lá ainda passeamos pelos gramados na proximidade. Que vida boa... rsrsrs.



Tentei contato com outro companheiro de Petrobras: o Esequias, mas o "cabra"estava em Belo Horizonte-MG. Putz... que desagradável... agora teremos que voltar noutra ocasião prá visitar o colega... hehehe.

O Djalma, outro camarada da Petrobras (também da época de Pargo), estava com problemas de saúde na família e apenas passou lá prá dar um alô. Gente de primeiríssima qualidade, assim com o Esequias e o Franklin.

Um fim de tarde magnífico e inesquecível.

Difícil é conceber a idéia de sair dali prá qualquer outro lugar. Lugar bacana e simples, sem frescuras...como eu gosto.













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