quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Resumo Expedição Machu Picchu


Data saída: 08:30h
Data Chegada: 21:35h
Tempo total: 31 dias
Distância Percorrida: 11.250 km
Motos: Yamaha XT660 e Fazer 250
Participantes: Elton, Lourdes, Wellington e Anna Paula






sábado, 26 de novembro de 2011

29º Dia - Alto Araguaia-GO



Cáceres-MT x Alto Araguaia-GO
Distância percorrida: 
663 km

Saímos às 07:30h de Cáceres, dia bastante ensolarado, e o céu cheio de "carneirinhos".




Do nosso lado esquerdo a visão de uma chapada, me lembrei da Chapada dos Guimarães (o companheiro Romolo, que planejava fazer esta viagem comigo, havia sugerido passarmos por lá na volta) mas sabia que a mesma ainda ficava depois de Cuiabá e bem distante da BR-163, por onde passaríamos.


Foi um dia cansativo pois andamos muito, retas, muita soja, e alguns momentos em que tivemos que vestir os agasalhos de chuva, mas logo tirávamos novamente.




Chegamos em Várzea Grande às 11:25h, nos complicamos um pouco na rotatória, onde tomamos a direção errada, mas logo percebemos e retomamos o rumo. Ao invés de seguirmos direto em direção ao centro de Cuiabá, tomamos a Av. Dom Orlando Chaves e atravessamos a ponte Sérgio Mota, sobre o rio Cuiabá, pegando logo adiante a BR-163, saindo de Cuiabá e assim prosseguimos cortando o estado de Mato Grosso.


Às 11:45h nos deparamos com um acidente (um caminhão carregado de latinhas de cerveja tombado... imaginem só a zorra que ficou) na estrada que nos reteve por pelo menos uns 30 minutos, até que adotamos um atalho que aos poucos começou a ser liberado e pudemos prosseguir.


Este trecho da estrada nos reservou alguns cenários bem bacanas.



Tempestade de areia

Lá vem a chuva
Chegamos a procurar hospedagem em Alto Garças-GO mas desistimos, e seguimos até Alto Araguaia, onde chegamos por volta das 20:00h e nos hospedamos à beira da estrada, no Hotel Karajás.




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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

28º Dia - Cáceres-MT



Ji-Paraná-RO x Cáceres-MT
Distância percorrida: 
868 km

Saímos às 08:30h de Ji-Paraná e o clima era instável. Rodávamos muitos quilômetros com pouquíssimo movimento nas estradas.




Paramos na revenda da Yamaha em Cacoal-RO, do mesmo grupo da de Ji-Paraná, apenas para registrar através de uma foto.


Foi um dia cansativo pois andamos muito, retas, muita soja, e alguns momentos em que tivemos que vestir os agasalhos de chuva, mas logo tirávamos novamente.




Chegamos em Cáceres já por volta das 22:00h, cansados e famintos. Vimos muitos animais cruzando a pista, principalmente tatus, e felizmente não chegamos a passar nenhum grande susto com eles.

Com a ajuda do GPS logo encontramos o Riviera Pantanal Hotel. Fomos a uma praça fazer um lanche e retornamos ao hotel para repouso.


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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

27º Dia - Ji-Paraná-RO



Porto Velho-RO x Ji-Paraná-RO
Distância percorrida:
374 km

O planejado para hoje era ir até a cidade de Vilhena, já próximo à divisa com o estado do Mato Grosso, porém isso não foi possível. Após sairmos de Porto Velho e rodarmos por estradinhas razoáveis, chegamos à cidade de Ji-Paraná. Íamos passar direto, quando a corrente da minha moto deu uma "escapada". Paramos, e percebi que a mesma estava muito folgada, e o pior: a "coroa" estava bastante comprometida. Resolvi voltar e procurar uma oficina, e eis que nos deparamos com uma revenda Yamaha.




Fomos atendidos na Picapau Motos e me foi recomendado a troca do conjunto corrente/coroa/pinhão. A questão é que eles teriam que pedir as peças de outra cidade... fazer o quê? Decidimos aguardar.




Aproveitamos para almoçar e depois ficamos esperando. Infelizmente demorou mais do que o previsto, ou do que o que esperávamos. Resolvemos então que dormiríamos ali mesmo, e encontramos o Hotel Fuhrmann, que não era uma "brastemp", mas naquela conjuntura, quebrou um galho.

Começou a chover, lá fora e... lá dentro. Tivemos que trocar de quarto. Resolvido... banho quente... saímos eu e Wellington para tomar uma cerveja e comer algo.



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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

26º Dia - Porto Velho-RO


Rio Branco-AC x Porto Velho-RO
Distância percorrida:
 506 km

Deixamos o hotel pela manhã, e saímos com a intenção de passar numa autorizada Yamaha, para uma verificação no freio traseiro da XT, que havia voltado ao normal, porém achei prudente confirmar.

Com Sr. Izaías e funcionário

Encontramos a Yamaha logo no caminho de saída, ao lado de uma revenda Volkswagem. Ambas pertencem ao mesmo grupo empresarial, dominante naquela região. Muito boa a revenda Yamaha, ampla, bem organizada, e com uma oficina muito bacana e bem equipada.

A moto foi lá pra trás e, depois de algum tempo, veio o diagnóstico: não havia problema algum com o freio, o que ocorrera foi que, devido à longa descida, e consequentemente uso contínuo do freio, e em baixa velocidade (pouca refrigeração), houve aquecimento do sistema de freio e aumento da pressão do fluido, que em dado instante é aliviado para proteção do próprio sistema. Assim que normalizada a pressão, volta a funcionar normalmente.

Revenda Yamaha

Bom, se não há problemas... vamos adiante. Saímos de Rio Branco-AC com destino à Porto Velho-RO, capital do estado de Rondônia. O tempo estava um pouco nublado e em alguns trechos chuviscava, o que nos fez vestir os agasalhos.

Fomos parados pelo Exército Brasileiro, chegando na balsa de travessia do rio Madre de Dios, e foi a primeira e única vez durante toda a viagem, em que fomos parados por uma autoridade, exceto nas aduanas. O soldado nos pediu documentos pessoais, dos veículos, e ainda deu uma breve revista nas bagagens.

Rio Abuna, desaguando logo adiante, no rio Madre de Dios
Poucos metros, ali atrás de nós, já seria Bolívia


Entramos na balsa, que sai do lado brasileiro, na foz do rio Aduna (desaguando no Madre de Dios) e vai entrando pelo rio Madre de Dios cuidadosamente, pois alguns metros à direita, já estaríamos em águas bolivianas, e esta região é crítica pela questão de contrabando, de tudo quanto é coisa, principalmente drogas.


Na balsa batemos papo com um motorista do caminhão dos Correios, que nos deu algumas dicas sobre o que teríamos pela frente. Seguimos para parar mais adiante para um lanche... decepcionante, mas... faz parte da aventura. Trechos em obra... muita estrada.


Chegamos à Porto Velho próximo das 18:00h, mas o dia ainda bem claro. Rodamos em busca de um hotel e encontramos o Hotel Caribe, aconchegante, limpo e... novo.




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terça-feira, 22 de novembro de 2011

25º Dia - Rio Branco-AC



Puerto Maldonado-PER x Rio Branco-AC
Distância percorrida:
 576 km

Saímos cedo do hotel, loucos pra "meter o pé" daquele lugar, que nos deixou "mofando" um dia... mas apesar de tudo, estávamos bem, e só tínhamos motivo pra estar felizes e agradecidos.

Preparativos para a partida
Ansiosos para retornar à pátria amada
Vista dos fundos do hotel (rio Madre de Dios
Ponte na saída da cidade

Atravessamos a ponte, logo atrás da Plaza de Armas, e paramos num posto para abastecimento. Estávamos a 223 km de Inãpari, última cidadezinha peruana, e onde logo em seguida entraríamos de volta no, nosso amado, Brasil.

Fomos gentilmente atendidos na aduana peruana, e inclusive nos foi perguntado se fomos bem atendidos naquele país, e se saíamos satisfeitos. Tudo resolvido rapidamente.

Caminho para a fronteira
Aduana peruana, em Inãpari
Logo depois da ponte que separa o Brasil do Peru, achegamos à aduana brasileira, mais demorada e menos simpática, mas nada que comprometesse. Paramos logo adiante, num posto Ipiranga, para gastar os últimos "soles peruanos".

Despedida do Peru
Vamos entrar no Brasil
Entramos!!!!
Aduana brasileira, em Assis Brasil

Seguimos até Brasiléia, começando a sentir saudade das boas estradas por onde passamos. onde consigo restabelecer o rastreamento das motos. Encontramos uma vila que estava lotada dos haitianos, que começavem a chegar por ali, refugiados do país de origem.

Atravessamos uma ponte e já estávamos em Epitaciolândia, onde paramos primeiramente numa agência do Banco do Brasil. Nossa... cheguei a me emocionar ao rever aquela máquina do caixa eletrônico... ao passar meu cartão e vê-lo funcionar de novo...rsrsrs.

Olha minha cara de satisfação
Aqui meu cartão voltaria a funcionar

Saímos agora em busca de uma parada para "forrar" o estômago. Entramos num posto BR (Posto Camila) e praticamente saqueamos as prateleiras...hahahaha. Nos alimentamos, nos hidratamos e descansamos.

Abastecendo nossos tanques...
...e o das motos.

Partimos agora para Rio Branco, capital do Acre, onde pretendíamos pernoitar. No caminho, a tradicional chuva da tarde. Nos ameaçou algumas vezes, mas só mesmo na chegada em Rio Branco é que deu as caras, mas passageira e rápida, como sempre.


Chegamos em Rio Branco no início da noite, e através do GPS fomos em busca de um hotel. No primeiro que passamos, estava lotado. Num segundo, o quarto era lá atrás, e lá em cima, e sem elevador. Um funcionário, discretamente nos indicou um outro hotel, novo, aconchegante e acessível.

Chegando no Gameleira Hotel, fomos recebidos pelo Sr. Izaías, seu proprietário, que foi muito gentil e cortês conosco. De quebra, nos deu a dica de circularmos a rua atrás do hotel, e chegarmos à Churrascaria JB Grill, onde pederíamos até ter um desconto, se citássemos a indicação dele. Bom, não me lembro do desconto, mas apesar de ser um ambiente simples, estava saboroso demais, e não era só por estarmos há tanto tempo sendo servido por outra culinária. É que estava bom mesmo!!!

Celebrando a volta ao Brasil
Culinária brasileira
Bem preparado e saborosíssimo

E outra carne assada: pilotar
com a blusa levantada, dá nisso.


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