segunda-feira, 7 de novembro de 2011

10º Dia – San Pedro do Atacama-CHI



Depois da tortura na chegada à San Pedro do Atacama, acordamos prontos prá fazer um reconhecimento de área.

Chão de terra batida e casas de adobe
 O lugar, como eu já li em tantos outros comentários é bem peculiar. Dizer que é rústico não reflete a realidade, uma vez que aqui prá nós, dizer que algo é rústico, dá uma impressão de algo “requintadamente rústico”. Mas lá não… rústico é rústico mesmo.

As ruas são de chão batido e as edificações são todas igualmente rudimentares… pobres.

Poeira de montão (nem tanto assim né!?!)… no sol é quente “à zói”… mas na sombra refresca legal.

Cenas fantásticas a cada esquina
O bacana é que muitas destas edificações, originalmente residências locais, se transformaram em lojinhas, restaurantes e etc, e quando se passa da porta para dentro o aspecto muda, e aí sim vira o rústico que conhecemos (“rústico sofisticado”, ou no mínimo “arrumado”).

Há muitos cachorros na rua e eles são todos enormes… parecem lobos. E as crianças… lindinhas e engraçadinhas.

Muito tranquilo tudo por lá

Interessante que apesar de falarem aí no Brasil que o “Flamengo” é “universal”, não houve lugar algum até agora que tivéssemos visto alguma camisa do mesmo. E quando falamos de futebol com alguém, dizem conhecer Corintians, Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras, mas ninguém cita o Flamengo. Ou será que aqui eles tem melhor senso do ridículo (kkkkkk)??? Bom, não encontramos flamenguistas, mas olha só o que encontramos aqui.


San Pedro do Atacama tem seu charme, tanto de dia quanto de noite. Vale a pena curtir por que você vai sentir saudade mais tarde.

Se você sair prá procurar o posto de combustível (único) vai se assustar. Passar pelas ruas e vielas prá chegar lá é assustador. Se fosse no Brasil seria um “buraco brabo”, mas ali é… San Pedro do Atacama.


Muito turista, de toda parte. Não tivemos do que reclamar em relação ao comportamento dos turistas, nem dos chilenos.

Balinhas de coca

Feirinha

Elas adoram isso!!!



 Além das lojinhas pelas ruas ainda tem uma galeria onde funciona uma feirinha… as mulheres adoraram. Vale a pena visitá-la também e lá eles recebem em peso chileno, dólar e “pechinchês brasileiro”. Blusas de lã de ovelhas, gorros, muita coisinha em cobre… legal. Fomos caminhando e a temperatura subindo.




Encontramos um caixa eletrônico de frente prá Universidade Católica (não a matriz, óbvio) onde conseguimos utilizar nosso cartão de débito. Fizemos o planejamento para a parte da tarde: “Vale de La Luna”.




Fomos ao Vale de La Luna de moto mesmo e aproveitamos para tirar fotos com o vulcão Lincancabur ao fundo.


Chegando ao Vale passamos por uma guarita na entrada, mais um trecho de estrada de chão (um ou dois quilômetros) e paramos as motos próximo da caverna... o primeiro ponto da visita.
Neste ponto encontramos um casal chileno que nos recebeu super bem, brincamos falando de futebol, cerveja e etc. Nos emprestaram uma lanterna para usarmos na caverna e guardaram nossos capacetes.

Simpatia dos chilenos


Inicialmente adentramos por uma caverna… um exercício físico e psicológico. Passamos com louvor… todos aprovados.









Hora de tirar sarro dos flamenguistas: 4 a 0 para Universidade Católica
Dali fomos para as dunas e a subida numa delas foi o maior barato. Era tão ingreme que chegou num ponto que achamos que não conseguiríamos mais, mas insistimos e chegamos ao alto da mesma.





Do alto da duna, o Vale ao fundo


A paisagem é incrível... momentos memoráveis.









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