terça-feira, 22 de novembro de 2011

25º Dia - Rio Branco-AC



Puerto Maldonado-PER x Rio Branco-AC
Distância percorrida:
 576 km

Saímos cedo do hotel, loucos pra "meter o pé" daquele lugar, que nos deixou "mofando" um dia... mas apesar de tudo, estávamos bem, e só tínhamos motivo pra estar felizes e agradecidos.

Preparativos para a partida
Ansiosos para retornar à pátria amada
Vista dos fundos do hotel (rio Madre de Dios
Ponte na saída da cidade

Atravessamos a ponte, logo atrás da Plaza de Armas, e paramos num posto para abastecimento. Estávamos a 223 km de Inãpari, última cidadezinha peruana, e onde logo em seguida entraríamos de volta no, nosso amado, Brasil.

Fomos gentilmente atendidos na aduana peruana, e inclusive nos foi perguntado se fomos bem atendidos naquele país, e se saíamos satisfeitos. Tudo resolvido rapidamente.

Caminho para a fronteira
Aduana peruana, em Inãpari
Logo depois da ponte que separa o Brasil do Peru, achegamos à aduana brasileira, mais demorada e menos simpática, mas nada que comprometesse. Paramos logo adiante, num posto Ipiranga, para gastar os últimos "soles peruanos".

Despedida do Peru
Vamos entrar no Brasil
Entramos!!!!
Aduana brasileira, em Assis Brasil

Seguimos até Brasiléia, começando a sentir saudade das boas estradas por onde passamos. onde consigo restabelecer o rastreamento das motos. Encontramos uma vila que estava lotada dos haitianos, que começavem a chegar por ali, refugiados do país de origem.

Atravessamos uma ponte e já estávamos em Epitaciolândia, onde paramos primeiramente numa agência do Banco do Brasil. Nossa... cheguei a me emocionar ao rever aquela máquina do caixa eletrônico... ao passar meu cartão e vê-lo funcionar de novo...rsrsrs.

Olha minha cara de satisfação
Aqui meu cartão voltaria a funcionar

Saímos agora em busca de uma parada para "forrar" o estômago. Entramos num posto BR (Posto Camila) e praticamente saqueamos as prateleiras...hahahaha. Nos alimentamos, nos hidratamos e descansamos.

Abastecendo nossos tanques...
...e o das motos.

Partimos agora para Rio Branco, capital do Acre, onde pretendíamos pernoitar. No caminho, a tradicional chuva da tarde. Nos ameaçou algumas vezes, mas só mesmo na chegada em Rio Branco é que deu as caras, mas passageira e rápida, como sempre.


Chegamos em Rio Branco no início da noite, e através do GPS fomos em busca de um hotel. No primeiro que passamos, estava lotado. Num segundo, o quarto era lá atrás, e lá em cima, e sem elevador. Um funcionário, discretamente nos indicou um outro hotel, novo, aconchegante e acessível.

Chegando no Gameleira Hotel, fomos recebidos pelo Sr. Izaías, seu proprietário, que foi muito gentil e cortês conosco. De quebra, nos deu a dica de circularmos a rua atrás do hotel, e chegarmos à Churrascaria JB Grill, onde pederíamos até ter um desconto, se citássemos a indicação dele. Bom, não me lembro do desconto, mas apesar de ser um ambiente simples, estava saboroso demais, e não era só por estarmos há tanto tempo sendo servido por outra culinária. É que estava bom mesmo!!!

Celebrando a volta ao Brasil
Culinária brasileira
Bem preparado e saborosíssimo

E outra carne assada: pilotar
com a blusa levantada, dá nisso.


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