sábado, 12 de novembro de 2011

15º Dia - Arica-CHI



Iquique x Arica-CHI
Distância percorrida:
 291 km

Tiramos as motos do saguão do hotel, preparamos a bagagem, e nos agasalhamos cuidadosamente, pois o frio era intenso.


Na frente do hotel

Saímos e logo pegamos a rampa de saída da cidade. Subimos tendo à esquerda as Cordilheiras e à direita o Pacífico. Do lado direito, entre a estrada e o mar, imensas dunas de areia... verdadeiras montanhas.



Saindo de Iquique... imensas dunas



Seguimos na Rota 16 por cerca de 47 km, quando chegamos à cidade fantasma de Humberstone, declarado Monumento Nacional e Patrimônio Cultural da Humanidade, e caracterizado pela arquitetura inglesa, da época. Tiramos algumas fotos externas e decidimos não comprar os bilhetes para visitação pois isso demandaria um atraso no planejamento daquele dia.

Uma cidade fantasma

Não entramos, para ganhar tempo na estrada

Chegamos à Panamericana e toma-lhe estrada. Neste trecho tínhamos preocupação especial com o combustível pois eu já tinha isso mapeado durante a preparação para a viagem e o Gaida também havia recomendado cautela, inclusive alertado quanto a um ponto em que poderíamos encontrar gasolina, num cruzamento.

Parada para fotografias...

...e inspecionar as motos.

Tínhamos dois pequenos galões de cinco litros cada, que nos acompanhavam desde a entrada no Chile.
Numa parada para fotografia resolvi fazer uma inspeção nas motos e percebi que já havia perdido uma das porcas (são duas de cada lado) do esticador de corrente da XT, do lado direito, e a segunda já estava por cair, junto com a placa que cobre (fecha) o tubo retangular da balança. Reapertei e seguimos adiante.

Chegando no cruzamento indicado pelo Gaida

Mas não encontramos combustível pras motos

Mas pra nós... uma boa coca cola

Prontos pra estrada novamente

Chegamos ao cruzamento já anunciado pelo Gaida (que nos mostrou uma fotografia do local pra que não passássemos sem percebê-lo), e fomos em busca do combustível, mas não encontramos. Aproveitamos então pra refrescar e hidratar o corpo. Conseguimos gasolina mais adiante mas totalmente tranquilo, sem sufoco.
Um pequeno desvio devido obras na estrada

Um descidão incrível

Chegamos a um vale onde enfrentamos ventos fortíssimos, mas fortíssimos mesmo. Nunca vi coisa igual, as motos totalmente inclinadas para o lado e era apavorante. A sensação era de levaria uma rasteira do vento... tinha o tombo como certo e cheguei a pensar em parar, mas como? Se parasse iríamos tombar com moto e tudo, sem dúvida. Avistei ao longe uma placa e pensei em para junto a ela e ficar agarrado, mas de que adiantaria? Será que aquele vento iria cessar? E mais: se eu me agarasse àquela placa, e a outra moto? Não tinha outra opção senão seguir adiante.

Descemos ao fundo de um vale...

... e encontramos ventos fortíssimos

Chegamos ao posto policial de controle anti drogas Cuya. Paramos para nos alimentar e pra respirar um pouco, após aquele susto. Ali conhecemos o Wanderito e ele nos mostrou várias fotos dele com pessoas que por ali passavam. Tiramos fotos juntos também de deixamos registrado, na porta de sua geladeira, a nossa passagem por ali.






Saímos do Cuya e voltamos a subir para o topo das montanhas. Foi um dia legal, com fortes emoções. Chegamos em Arica-CHI, a última parada antes do Peru.








Após nos hospedarmos, no Hotel Sol de Arica, fomos dar uma volta pela cidade... comer uma pizza.




Paula brincando no hotel.




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