sexta-feira, 18 de novembro de 2011

21º Dia - Cuzco-PER




O GRANDE DIA: ENFIM, MACHU PICCHU

"Não era só estar ali que importava, mas também ter chegado do meu jeito. A viagem é mais importante que o destino, sempre."

A van nos pegou no hotel às 02:10h da manhã e não estava tão frio quanto no início da noite. Ela nos levou até outro ponto, próximo à Plaza das Armas, onde passamos para outra van.
Às 04:00h estávamos na estação de Ollantaytambo, com as passagens para a primeira partida, às 05:07h. Ficamos ali aguardando e às 04:50h o trem chegou e pudemos entrar...

Chegamos cedo na estação, para a primeira saída

O trem chegando na estação

Aguardando o horário

Na lanchonete da estação

A viagem é maravilhosa, com música suave, janelas panorâmicas e visual lindíssimo. Algumas pessoas dormiam, mas eu não conseguia deixar de estar atento a tudo.

Trem confortável

Vistas impressionantes

Vista através da janelas

Outra visão pela janela

Atentos à todas as belezas que surgiam

Até pelas janelas de teto a visão impressiona

Chegamos em Aguas Calientes às 06:55h e logo localizamos nosso guia (apenas para nos orientar quanto ao transporte e horários) que nos conduziu a uma lanchonete onde recebemos instruções para o retorno. Ali seria nosso ponto de encontro.

Chegada em Aguas Calientes

Aguardando o micro ônibus



Às 07:20h iniciamos a subida, num micro ônibus, para a cidade inca. Estes ônibus circulam de 15 em 15 minutos. A subida é de assustar pois é um "zig zag" intenso com curvas em cotovelo de quase 180° feitas freneticamente por motoristas frenéticos. Quem quiser pode subir à pé... não sei o que é pior.

Ainda em Aguas Calientes

Agora, já no alto, na entrada de Machu Picchu



Com nosso guia, Marcos

Um ponto de vigia, bem no alto




Chegando na entrada da cidade havia um amontoado de pessoas. Muitos guias se oferecendo mas havíamos decidido ir por conta própria, pegando carona em algum que falasse potruguês e que pudéssemos acompanhar próximo. Mas encontramos o Marcos, um peruano que falava português, combinamos as condições e adentramos na cidade.









O Marcos ia nos mostrando tudo e contando a história correspondente. Rodamos toda a cidade contando com esta assessoria dele. Depois, como ainda tínhamos tempo, a Lu e Wellington ficaram na entrada descansando e eu e a Anna Paula ainda voltamos e fizemos todo o percurso novamente, tirando mais e mais fotos.










Nesta segunda incursão já não sentia frio e chegávamos a suar um pouco. É cansativo o sobe e desce, mas muito prazeroso e é tudo tão mágico ali que você nem se dá conta deste cansaço.










Aqui tudo é lindo e impressionante, em todos os ângulos em que se olhe. O verde, o encaixe das pedras, a altura, o penhasco, os formas... tudo. Maravilhoso ter chegado aqui, ter pisado aqui, respirado este ar. Inesquecível... e com gostinho de "quero mais".









Quanto mais você fotografa, mais cenários vão surgindo, renovados, deslumbrantes. O som que mais se ouve por aqui são pássaros e os cliques das máquinas fotográficas.









O sabor da conquista, após dez anos de espera. Indescritível... as imagens falam por si só.









O frio desaparece, depois de tanta caminhada, sobe e desce. Mas a adrenalina estava em alta e o motorzinho ligado... não era hora de se cansar, ma sim, aproveitar.









Espero voltar aqui novamente um dia, sentir tudo isso de novo. Ah... de moto, lógico.




























Descemos por volta das 15:00h e ficamos no restaurante determinado pelo guia, almoçamos e jogamos cartas. No fim da tarde fomos levados de volta à estação de trem, agora lotada, turistas de toda parte, espalhados pelo chão, mas tudo bem despojado... isso faz parte do "clima".








Quando finalmente o trem chegou, embarcamos de volta, totalmente deslumbrados, cansados e felizes. Chegando em Ollantaytambo logo localizamos nossa van que saiu junto com outras e o fato lamentável foi a nítida rivalidade ou competição pra ver quem ia na frente, o que nos submetia a riscos desnecessários, frutos da irresponsabilidade daqueles motoristas.










Chegamos no hotel já tarde e ainda saímos para comer algo e aproveitar... cansados sim, mas tremendamente felizes e realizados.



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